iPhone 18 Pro: O próximo grande acerto da Apple pode ser um mergulho no vermelho profundo
Depois do sucesso estrondoso do tom “Cosmic Orange” nos modelos iPhone 17 Pro — uma cor que caiu nas graças do público, especialmente na China, por sua semelhança com o icônico laranja da luxuosa grife francesa Hermès —, a Apple já parece ter definido qual será a aposta visual para a próxima geração. Com o lançamento da linha iPhone 18 Pro previsto para o segundo semestre deste ano, os rumores sobre a nova paleta de cores começam a ganhar força total.
A nova aposta cromática de Cupertino
De acordo com Mark Gurman, do Bloomberg, em sua mais recente edição da newsletter Power On, a Apple está testando um tom de “vermelho profundo” para os modelos flagship, o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max. Embora ainda não esteja claro se essa nova cor chegará para substituir o atual Cosmic Orange ou se será uma adição ao catálogo, Gurman destaca que o tom já está em fase de testes internos.
Para quem esperava variações em roxo ou marrom, as notícias não são tão animadoras. Segundo o analista, esses boatos provavelmente se referem a diferentes variações do próprio vermelho que está sendo desenvolvido. Por outro lado, quem aguarda o tão falado iPhone dobrável pode ter que se contentar com o básico: ao que tudo indica, ele manterá cores sóbrias, como o cinza-espacial (ou preto) e uma variação de prateado ou branco.
Estratégia de mercado e o fator China
Vale lembrar que a última vez que vimos um iPhone vermelho foi em 2022, com o iPhone 14 sob o selo (PRODUCT)RED. No entanto, desta vez o foco parece ser diferente. Gurman não mencionou nenhuma parceria beneficente, o que sugere que o novo vermelho do iPhone 18 Pro seja uma escolha puramente estética e estratégica. No mercado chinês, o terceiro maior da Apple, o vermelho simboliza sorte e sucesso, o que reforça a ideia de que a gigante de Cupertino está moldando seu design para atrair ainda mais os consumidores asiáticos.
O que esperar além do design
No campo das especificações técnicas, não devemos ver uma revolução visual completa, já que os modelos Pro deste ano devem herdar boa parte da estrutura da linha 17. Ainda assim, espera-se uma Ilha Dinâmica (Dynamic Island) um pouco menor e um acabamento em alumínio com cores mais integradas ao vidro traseiro. Naturalmente, um processador mais potente e melhorias nas câmeras já estão no cronograma habitual de upgrades da marca.
Um olhar para o passado: A evolução desde o iPhone 6
Enquanto o futuro aponta para cores profundas e telas de última geração, é interessante notar o salto tecnológico que a Apple deu ao longo dos anos. Olhando para o clássico iPhone 6, lançado originalmente em 2014, percebemos o quanto o conceito de “topo de linha” mudou.
Naquela época, o iPhone 6 ostentava uma tela de 4.7 polegadas com tecnologia IPS LCD e uma densidade de 326 ppi — especificações que hoje parecem modestas, mas que definiram o padrão de design da Apple por anos. Equipado com o chip A8 Dual Core de 1.4 GHz e apenas 1 GB de RAM, o dispositivo rodava o iOS 8 (chegando até o iOS 12).
Mesmo com um hardware simplificado se comparado aos padrões atuais, o iPhone 6 trazia recursos que foram fundamentais para a evolução da linha:
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Conectividade: Já contava com suporte ao 4G LTE (150 Mbps de download) e NFC para o Apple Pay.
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Câmera: Sensor traseiro de 8 megapixels capaz de gravar em Full HD a 60 fps e vídeos em câmera lenta a impressionantes 240 fps.
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Segurança: A presença do leitor de impressão digital (Touch ID) e um conjunto completo de sensores, incluindo barômetro e giroscópio.
Com apenas 6.9 mm de espessura e pesando 129 gramas, o iPhone 6 era o ápice da portabilidade. Hoje, quase doze anos depois, a expectativa em torno do iPhone 18 Pro mostra que a Apple continua refinando a fórmula que começou a ganhar escala global com aqueles modelos de 128 GB de memória interna e acabamento em alumínio. O tempo voa: faltam apenas pouco mais de seis meses para conhecermos o próximo capítulo dessa história.
Como dominar o multitarefas: Da divisão de telas à escolha da memória RAM ideal
Trabalhar com agilidade hoje em dia exige mais do que apenas boa vontade. Dependendo da sua área de atuação, ter dois monitores na mesa parece quase uma obrigação para dar conta do volume de informações. Ficar abrindo e fechando abas o tempo todo consome um tempo precioso do seu dia, mesmo para quem não utiliza softwares superpesados. A excelente notícia é que você não precisa obrigatoriamente investir em um segundo monitor para otimizar a sua rotina, pois é perfeitamente possível dividir uma única tela em até quatro partes. Contudo, para sustentar tantas janelas operando simultaneamente sem travamentos, a sua máquina precisará de um bom fôlego de hardware. É exatamente nesse ponto que o espaço de trabalho digital se encontra com a dura realidade da memória RAM.
Ajustando o seu espaço de trabalho no Windows
O próprio Windows oferece um recurso nativo formidável para fatiar a sua tela, eliminando qualquer necessidade de instalar aplicativos de terceiros. A tática mais orgânica é simplesmente clicar no topo de uma janela aberta e arrastá-la para uma das laterais até surgir uma espécie de “janela fantasma”. Ao soltar o mouse, o programa se encaixa perfeitamente naquela metade, e o sistema já sugere qual outro aplicativo você deseja abrir no espaço que sobrou.
Para que essa dinâmica funcione, a função de múltiplas tarefas precisa estar ativada. O caminho é simples. Vá ao menu Iniciar e abra as Configurações clicando na clássica engrenagem. Em seguida, acesse a seção Sistema e procure por “Multitarefas” no menu lateral. Basta ativar a opção “Ajustar janelas” e certificar-se de que todas as caixas de personalização abaixo dela estejam marcadas.
Dominando os atalhos de teclado
Se você prefere a rapidez do teclado, os atalhos são o caminho definitivo. Com uma aba ativa, segure a tecla Windows e aperte a seta para a direita ou esquerda. A janela atual será imediatamente empurrada para o lado escolhido, enquanto as outras aplicações ativas aparecerão como miniaturas no lado oposto, prontas para serem selecionadas com um clique.
Quer ir além e trabalhar com três ou quatro programas ao mesmo tempo? O processo é quase idêntico. Com a tela já dividida ao meio, clique em uma das metades, segure novamente a tecla Windows e aperte a seta para cima ou para baixo. Repita a operação do outro lado se quiser preencher os quatro cantos da tela. Dessa forma, você visualiza uma planilha, o navegador, uma apresentação e um documento de texto de forma simultânea. Se precisar abrir momentaneamente um quinto programa de maneira tradicional, ele vai sobrepor esse layout. Para ter seu mosaico de quatro telas de volta intacto, basta minimizar esse aplicativo extra.
Aliás, quem já migrou para o Windows 11 tem a vida ainda mais facilitada pelo “Snap Layout”. Essa função permite escolher rapidamente entre vários desenhos pré-definidos de organização de tela, suportando até seis janelas lado a lado, dependendo do tamanho e resolução do seu monitor.
O impacto do multitarefas: A nova realidade do hardware
Toda essa produtividade visual soa maravilhosa na prática, mas manter planilhas, navegadores pesados e editores de texto rodando ao mesmo tempo cobra um preço alto dos componentes do seu computador. E se você não acompanha os bastidores da tecnologia de perto, talvez não saiba que o mercado de hardware vive um momento tenso. Uma forte escassez global de memória, impulsionada por investimentos bilionários na infraestrutura de Inteligência Artificial, jogou os preços lá em cima. As fábricas simplesmente não conseguem suprir a demanda atual.
Como resultado direto, as memórias RAM e os SSDs estão encarecendo, o que puxa para cima o valor final de qualquer notebook ou desktop novo nas prateleiras. Com os preços mais salgados, saber exatamente o que você está comprando virou uma questão estratégica. Afinal, de quanta memória você realmente precisa para que aquele layout de quatro telas funcione de forma lisa? Durante muito tempo, 8 GB de RAM foi a resposta padrão. Hoje, o cenário mudou drasticamente.
O mínimo necessário para quem tem orçamento apertado
Começando pelos computadores de entrada, focados em quem busca opções mais econômicas na faixa dos 500 dólares (ou o equivalente nos modelos básicos vendidos por aqui), 8 GB de RAM ainda é o limite aceitável. Jamais aceite menos do que isso em um PC com Windows em pleno 2026. É verdade que o Windows 11 exige tecnicamente apenas 4 GB para instalar, mas tentar rodar o sistema nessa capacidade mínima é garantia de uma experiência arrastada e sofrível. Fuja dos 4 GB se o seu alvo é o ecossistema da Microsoft.
Com 8 GB, você consegue navegar na internet, gerenciar e-mails, assistir a vídeos e digitar textos com bastante tranquilidade. Os engasgos só vão dar as caras se você abusar da quantidade de aplicativos pesados rodando paralelamente.
Nessa mesma faixa de preço, vale mencionar os Chromebooks. Como o sistema operacional do Google (ChromeOS) roda na nuvem e é consideravelmente mais leve, ele gerencia a memória de forma mais eficiente. Nesses aparelhos, 4 GB quebram o galho para tarefas ultrabásicas, mas 8 GB entregam uma fluidez excelente. Não por acaso, o selo de qualidade “Chromebook Plus” exige no mínimo 8 GB de RAM direto de fábrica.
O novo padrão de desempenho para o dia a dia
Agora, se você tem um orçamento um pouco maior e procura um computador principal para trabalhar, estudar ou manter no escritório de casa, as exigências mudam. Nessa categoria intermediária, o antigo padrão de 8 GB ficou definitivamente para trás. Hoje, 16 GB assumiram o posto de requisito básico não oficial.
Máquinas focadas em recursos de IA ou utilizadas para criação leve de conteúdo precisam dessa folga na memória para rodar os softwares modernos sem frustrações. Opções mais parrudas com 32 GB costumam aparecer apenas em equipamentos de ponta, geralmente acima dos 1.200 dólares. A verdade é que ninguém consegue blindar um computador completamente contra a passagem do tempo, mas comprar uma máquina hoje com a quantidade errada de memória é condenar o desempenho dela a curto prazo. Ao garantir pelo menos 16 GB na sua próxima aquisição, você assegura que o sistema terá o fôlego necessário para dividir as telas, multiplicar sua produtividade e acompanhar o seu ritmo.
A atrasada revolução da Siri e a aliança com o Google
A tão aguardada Siri impulsionada pela Apple Intelligence está, para dizer o mínimo, bastante atrasada. O cronograma estendido reflete, em grande parte, a dificuldade da Apple em acompanhar o ritmo de desenvolvimento de seus próprios modelos de inteligência artificial. É possível argumentar que esse cenário se desenhou dessa forma devido à hesitação da empresa em investir cifras astronômicas, somada à sua postura rígida sobre privacidade, o que dificulta o treinamento de modelos por conta da escassez de dados proprietários.
Nesta semana, no entanto, houve uma mudança significativa de rumo: Apple e Google anunciaram que os modelos Gemini rodarão nos servidores Private Cloud Compute da Apple. Essa infraestrutura será a base para os futuros recursos da Apple Intelligence, incluindo a nova Siri, apresentada originalmente na WWDC24. Embora essa parceria cubra as funcionalidades mais pesadas e complexas, os modelos locais continuarão sendo parte essencial da equação, lidando com o processamento direto no dispositivo.
A vantagem oculta do atraso
Curiosamente, todo esse tempo de espera pode ter um lado positivo: a base de usuários pronta para receber a novidade cresceu exponencialmente. Quando a Apple Intelligence foi anunciada, ela exigia o chip A17 Pro ou superior, limitando o acesso apenas aos donos de iPhone 15 Pro e 15 Pro Max. Agora, o cenário é outro.
Qualquer pessoa que tenha comprado um modelo da linha iPhone 16 ou da recente linha iPhone 17 nos últimos dois anos — além dos usuários do 15 Pro — terá acesso aos recursos. Hoje, já existem 11 modelos de iPhone no mercado compatíveis com a tecnologia, um salto considerável em relação aos apenas dois aparelhos suportados na época do anúncio original (ou seis, se contarmos o lançamento da linha 16).
Essa expansão é crucial. No início, a Apple Intelligence parecia um argumento de venda exclusivo para obrigar a troca de aparelho. Agora, ela chegará como uma atualização de software gratuita para uma parcela substancial da base de clientes da Apple. Quando a nova Siri começar a ser disponibilizada no iOS 26.4 nesta primavera, seguida por recursos adicionais no iOS 27, a narrativa será muito mais positiva, já que milhões de usuários poderão experimentar a tecnologia imediatamente — assumindo, claro, que tudo funcione como prometido.
Energia para os novos modelos: Oferta do carregador MagSafe
Enquanto o software não chega, quem já investiu nos dispositivos mais recentes da marca pode aproveitar oportunidades no setor de acessórios. A Amazon está oferecendo descontos interessantes no carregador MagSafe original da Apple. O modelo com cabo de um metro está saindo por US$ 30, e a versão de dois metros por US$ 40 — ambos com um desconto de US$ 10 sobre o preço regular.
Para os proprietários de um iPhone 16, iPhone 17 ou do novo iPhone Air, este acessório é capaz de carregar o dispositivo a 25W, desde que conectado a um adaptador de energia de 30W. Embora seja necessário um iPhone recente para atingir as velocidades máximas do MagSafe, o carregador ainda é capaz de alimentar sem fio qualquer aparelho lançado nos últimos oito anos (iPhone 8 em diante), com velocidade limitada a 15W para os modelos mais antigos.
Vale destacar que o cabo também possui certificação para os padrões Qi2.2 e Qi, funcionando perfeitamente com estojos de recarga dos AirPods. É um dos acessórios essenciais para quem busca praticidade e integra o ecossistema da marca, combinando bem com os aparelhos que, em breve, receberão a nova inteligência artificial da empresa.
O impacto da IA nos preços dos smartphones em 2026 e como maximizar o uso do seu Android atual
Há meses circulam rumores de que a indústria de smartphones enfrentaria um encarecimento significativo em 2026, impulsionado pela demanda explosiva do setor de inteligência artificial. Infelizmente, para o consumidor que esperava trocar de aparelho em breve, a confirmação chegou. A Nothing, marca britânica conhecida justamente por oferecer dispositivos com excelente custo-benefício, validou os temores do mercado: os preços vão subir. Carl Pei, CEO da empresa, utilizou a plataforma X para explicar o fenômeno em uma publicação detalhada sobre o porquê do seu próximo smartphone custar mais caro.
A raiz do problema reside na infraestrutura. Os recursos avançados de IA, agora presentes em quase todos os lançamentos, dependem de processamento em nuvem e servidores robustos. Esses servidores, onde os comandos dos usuários são processados, exigem o mesmo tipo de processadores, memória RAM e chips de armazenamento flash utilizados na fabricação de iPhones e dispositivos Android. Com os gigantes da tecnologia disputando esses componentes para seus data centers, a escassez gerou uma pressão de demanda, levando as empresas de semicondutores a aumentarem seus preços nos últimos meses.
O fim da “corrida por especificações”
Analistas da IDC já haviam alertado em relatórios recentes que o mercado global, especialmente os fabricantes de Android, enfrentaria ameaças sérias em 2026 devido à crise de memória. Enquanto marcas premium como Samsung e Apple possuem margens para absorver parte do impacto, fabricantes que operam com margens estreitas — como Xiaomi, Motorola, Realme e a própria Nothing — provavelmente terão que repassar esses custos ao consumidor final. Carl Pei ecoou essa análise, declarando que o modelo de negócios dos últimos quinze anos, onde a queda no custo dos componentes permitia melhorias anuais de hardware sem aumento de preço, foi quebrado.
Historicamente, a Nothing construiu sua reputação com preços competitivos, lançando desde o Phone 1 intermediário em 2022 até as linhas mais recentes e acessíveis da sub-marca CMF. Contudo, as declarações de Pei parecem ser uma estratégia de relações públicas para preparar o terreno e temperar as expectativas de preço para a futura série Nothing Phone 4. Diante de um cenário onde atualizar o hardware pesará mais no bolso, torna-se imperativo que os usuários extraiam o máximo de utilidade e desempenho dos seus aparelhos atuais, evitando o download de softwares desnecessários que ocupam a preciosa — e agora mais cara — memória do dispositivo.
Recursos nativos como aliados da economia de memória
Um exemplo clássico de otimização é o uso de gravadores de tela. Embora a Play Store esteja inundada de aplicativos terceiros para essa função, a grande maioria dos smartphones Android modernos já possui essa capacidade de forma nativa. Utilizar a ferramenta do sistema não apenas é mais prático, mas também poupa o armazenamento interno. Seja para registrar um tutorial, uma partida de jogo ou um erro no sistema, o processo é simples e varia ligeiramente dependendo da interface do fabricante.
Para usuários de aparelhos com interfaces modificadas, como a MIUI da Xiaomi (usando um Redmi Note 9 Pro como referência) ou a OneUI da Samsung, o caminho é intuitivo. O primeiro passo é acessar a Central de Controle deslizando o dedo para baixo na parte superior da tela. Caso o ícone não apareça imediatamente entre os atalhos principais como Wi-Fi e dados móveis, basta deslizar novamente para expandir a lista. Ao localizar o ícone “Gravador de Tela”, geralmente representado por uma câmera, o usuário deve tocá-lo para ativar a função.
Executando a gravação na prática
Imediatamente após a seleção, um pequeno botão vermelho, muitas vezes acompanhado de um cronômetro, surgirá na tela. O usuário tem então a liberdade de navegar até o aplicativo ou conteúdo que deseja capturar. Ao tocar no botão vermelho, a gravação se inicia, registrando tudo o que é exibido no display, inclusive os sons internos do sistema, o que é ideal para gameplays. Para encerrar, basta tocar novamente no quadrado vermelho flutuante — que, vale ressaltar, não aparecerá no vídeo finalizado. O arquivo é salvo automaticamente na galeria de fotos, pronto para ser compartilhado via WhatsApp, Instagram ou e-mail.
Já para quem possui dispositivos com uma versão mais pura do sistema operacional, como é comum nos modelos da Motorola, o procedimento mantém a simplicidade com leves alterações. O acesso se dá deslizando a barra de notificações para baixo duas vezes. O usuário deve procurar pelo atalho “Gravação de Tela” (pode ser necessário deslizar para a direita se não estiver na primeira página). Ao tocar em “Iniciar”, uma contagem regressiva prepara o início da captura. A interrupção da gravação nestes modelos é feita deslizando a barra de notificações novamente e tocando na notificação ativa do gravador. Dominar esses recursos nativos é uma forma inteligente de manter o celular eficiente por mais tempo, algo crucial em tempos de alta nos preços da tecnologia.